O meu amigo Flavio Peralta, que lanço seu livro “Amputados Vencedores: porque a vida continua…”, na Reatech, está com tudo e não está prosa. Além de várias palestras que ele está apresentando pelo Brasil, seu livro é um sucesso de repercussão na mídia especializada, que está citando o livro como referencia em recuperação e acidente de trabalho.
Podemos ver citações do livro em blogs, revistas e jornais, como a Revista Reação, Revista Incluir, Jornal Folha de Londrina, Jornal Correio Brasiliense, Dr. Negociação (programa de tv a cabo), Deficiente Ciente e outros.
O livro é uma biografia, que conta sua experiencia pessoal, quando se viu diante da amputação dos dois braços. Ele retrata o acidente, o sofrimento, processo de recuperação/adaptação e a sua superação. Um livro comovente e uma grande fonte de inspiração e referência para as pessoas com ou sem deficiência.
Para adquirir o livro – Clique aqui.
Para conhecer um pouco mais sobre o Flavio e seu trabalho, acesse o site Amputados Vencedores.
Uma dica para quem deseja ter o livro, mas não que coçar o bolso, é o sorteio de 2 exemplares que está acontecendo no site Qualidade Brasil.












Não sou nem tenho a pretensão de imaginar como é ser deficiente físico e, como a maioria dos não deficientes, nunca tinha pensado seriamente a respeito da realidade de um deficiente. Como aluna em uma especialização em Educação Especial, passei a pesquisar o assunto e elaborar questionamentos que ainda não havia feito, principalmente sobre as diferenças, não só as que se configuram como deficiências físicas, e os padrões de normalidade com os quais nos acostumamos e que aceitamos como verdade a priori. Passou da hora de se questionarem esses pressupostos. Somos todos diferentes. Quem é normal?
O normal é apenas uma forma de expressão usada pelos humanos para segregar os demais e muito usada por grupos elitistas ou discriminatórios, que ao longo do tempo foram fazendo escola em uma sociedade completamente sem valores.
sou deficiente fisica. tenho poliomilite desde 1 ano e 3 meses.todos os deficientes falam que comvive bem com o problema, mais isso e para nao despertar piedade. porque eu falo que sou feliz.mais nao sou eu nao aceito a minha deficiencia.finjo uma coisa que eu nao sou.mais nao adianta eu dizer que nao ou feliz ninguem pode mudar isso. um grande abraço
Neuzalina,
Ninguém gostaria de ter algum problema ou de ser deficiente, porém o que não pode acontecer é a entrega ou a desistência de viver por causa dela.
Imagine se você simplesmente se entregar e ficar na cama? Principalmente quando a deficiencia é adquirida tardiamente e causa a revolta do paciente.
Mas muita gente dá a volta por cima e retomam a vida de acordo com suas possibilidades e são esses exemplos que devemos seguir e entender, para que não nos deixemos abater e encontremos uma saída para os momentos de necessidade.