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Amputados Vencedores: porque a vida continua…

Publicado em 26/06/2010 por em Notícias

O meu amigo Flavio Peralta, que lanço seu livro “Amputados Vencedores: porque a vida continua…”,  na Reatech, está com tudo e não está prosa. Além de várias palestras que ele está apresentando pelo Brasil, seu livro é um sucesso de repercussão na mídia especializada, que está citando o livro como referencia em recuperação e acidente de trabalho.

Amputados Vencedores: porque a vida continua...

Podemos ver citações do livro em blogs, revistas e jornais, como a  Revista ReaçãoRevista Incluir, Jornal Folha de Londrina, Jornal Correio Brasiliense, Dr. Negociação (programa de tv a cabo), Deficiente Ciente e outros.

O livro é uma biografia, que conta sua experiencia pessoal, quando se viu diante da amputação dos dois braços. Ele retrata o acidente, o sofrimento, processo de recuperação/adaptação e a sua superação.  Um livro comovente e uma grande fonte de inspiração e referência para as pessoas com ou sem deficiência.

Para adquirir o livro – Clique aqui.

Para conhecer um pouco mais sobre o Flavio e seu  trabalho, acesse o site Amputados Vencedores.

Uma dica para quem deseja ter o livro, mas não que coçar o bolso, é o sorteio de 2 exemplares que está acontecendo no site Qualidade Brasil.

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4 Respostas

  1. Aurea Cristina Szczp

    Não sou nem tenho a pretensão de imaginar como é ser deficiente físico e, como a maioria dos não deficientes, nunca tinha pensado seriamente a respeito da realidade de um deficiente. Como aluna em uma especialização em Educação Especial, passei a pesquisar o assunto e elaborar questionamentos que ainda não havia feito, principalmente sobre as diferenças, não só as que se configuram como deficiências físicas, e os padrões de normalidade com os quais nos acostumamos e que aceitamos como verdade a priori. Passou da hora de se questionarem esses pressupostos. Somos todos diferentes. Quem é normal?

    • O normal é apenas uma forma de expressão usada pelos humanos para segregar os demais e muito usada por grupos elitistas ou discriminatórios, que ao longo do tempo foram fazendo escola em uma sociedade completamente sem valores.

  2. sou deficiente fisica. tenho poliomilite desde 1 ano e 3 meses.todos os deficientes falam que comvive bem com o problema, mais isso e para nao despertar piedade. porque eu falo que sou feliz.mais nao sou eu nao aceito a minha deficiencia.finjo uma coisa que eu nao sou.mais nao adianta eu dizer que nao ou feliz ninguem pode mudar isso. um grande abraço

    • Neuzalina,

      Ninguém gostaria de ter algum problema ou de ser deficiente, porém o que não pode acontecer é a entrega ou a desistência de viver por causa dela.
      Imagine se você simplesmente se entregar e ficar na cama? Principalmente quando a deficiencia é adquirida tardiamente e causa a revolta do paciente.

      Mas muita gente dá a volta por cima e retomam a vida de acordo com suas possibilidades e são esses exemplos que devemos seguir e entender, para que não nos deixemos abater e encontremos uma saída para os momentos de necessidade.

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