Eu tenho lido que as vagas para deficientes não são cumpridos, ou que não existem em muitas empresas que deveriam cumprir as cotas relacionadas a deficiência ou que o mercado excluí os deficientes. Na prática tenho percebido que muitas empresas tem buscados pessoas para trabalhar em seus quadros funcionais, porém a minha percepção é que estas vagas são para profissionais com baixa instrução.

O Ministério do Trabalho mostra que nos últimos 4 meses de 2011, houve um aumento de 9,7% a mais de vagas para deficientes e que o saldo de 2011 é de 3,6% em relação a 2010. Segundo um site de vagas para profissionais, o número de propostas em 2012 cresceu cerca de 53%, na iniciativa privada.
Conforme minha percepção, a maioria das vagas é destinada a quem não tem nível superior, o que faz com que os “postos de base” (em cargos operacionais, como de atendente de call center, operador de máquinas e vendedor do varejo) sejam os mais oferecidos. O que dificulta aos deficientes que tem nível superior de encontrar uma vaga no mercado, porque a entrada deles nesses postos de base sejam com salários muito abaixo do esperado e inflacionado por conta da escolaridade.
Algumas formações superiores são mais difíceis de encontrar um emprego no sistema de cotas das empresas, como por exemplo advogados, arquitetos, webdesigners e outros, porque normalmente as empresas que tem esses profissionais são escritórios pequenos e não atingem a quantidade mínima de funcionários para serem exigidos pela legislação de cotas.
Um outro fato interessante é que as empresas, de uma forma geral, ainda não proporcionam claras chances de desenvolvimento desses profissionais, o que faz com que muitos deles fiquem insatisfeitos em pouco tempo. Mas isso ocorre com os deficientes e os empregados “normais” da empresa.
Segundo a Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência (Avape), os estados tem peculiaridades no cumprimento da legislação de cotas para deficientes, por exemplo: Em São Paulo a iniciativa privada cumpre 50% da cota (de 5%) de vagas destinadas a pessoas com deficiência e o Rio de Janeiro cumpre menos de 10%.
Sinceramente, espero que o quadro brasileiro melhore e que os empresários passem a analisar a oportunidade de contratação de deficientes como um bom investimento, pois normalmente são dedicados e prestativos com a empresa.











Percebemos que as empresas acabam contratando um deficiente apenas para “cumprir” a lei, enquanto o que deveria ser feito seria uma contratação por qualificação ALIADA ao cumprimento da lei, devido a isso muitas vezes nem se quer analisam o profissional.
con cordo com o siten, eu sou formado em gestao de turismo a quase um ano, entreguei inumeros curriculum, mas nao conseguir nada é notorio que o mercado de turismo falta profissionais qualificados ainda sim mesmo formado acabo perdendo a vaga para pessoas sem qualificação profossional por esta em uma cadeiras de rodas, mas isso não tira minha capacidade!