Facebook Twitter Gplus RSS
Home Direitos As vagas de empregos para deficientes crescem no país
formats

As vagas de empregos para deficientes crescem no país

Eu tenho lido que as vagas para deficientes não são cumpridos, ou que não existem em muitas empresas que deveriam cumprir as cotas relacionadas a deficiência ou que o mercado excluí os deficientes. Na prática tenho percebido que muitas empresas tem buscados pessoas para trabalhar em seus quadros funcionais, porém a minha percepção é que  estas vagas são para profissionais com baixa instrução.

As vagas de empregos para deficientes crescem no país

O Ministério do Trabalho mostra que nos últimos 4 meses de 2011, houve um aumento de 9,7% a mais de vagas para deficientes e que o saldo de 2011 é de 3,6% em relação a 2010. Segundo um site de vagas para profissionais, o número de propostas em 2012 cresceu cerca de 53%, na iniciativa privada.

Conforme minha percepção, a maioria das vagas é destinada a quem não tem nível superior, o que faz com que os “postos de base” (em cargos operacionais, como de atendente de call center, operador de máquinas e vendedor do varejo) sejam os mais oferecidos. O que dificulta aos deficientes que tem nível superior de encontrar uma vaga no mercado, porque a entrada deles nesses postos de base sejam com salários muito abaixo do esperado e inflacionado por conta da escolaridade.

Algumas formações superiores são mais difíceis de encontrar um emprego no sistema de cotas das empresas, como por exemplo advogados, arquitetos, webdesigners e outros, porque normalmente as empresas que tem esses profissionais são escritórios pequenos e não atingem a quantidade mínima de funcionários para serem exigidos pela legislação de cotas.

Um outro fato interessante é que as empresas, de uma forma geral, ainda não proporcionam claras chances de desenvolvimento desses profissionais, o que faz com que muitos deles fiquem insatisfeitos em pouco tempo. Mas isso ocorre com os deficientes e os empregados “normais” da empresa.

Segundo a Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência (Avape), os estados tem peculiaridades no cumprimento da legislação de cotas para deficientes, por exemplo: Em São Paulo a iniciativa privada cumpre 50% da cota (de 5%) de vagas destinadas a pessoas com deficiência e o Rio de Janeiro cumpre menos de 10%.

Sinceramente, espero que o quadro brasileiro melhore e que os empresários passem a analisar a oportunidade de contratação de deficientes como um bom investimento, pois normalmente são dedicados e prestativos com a empresa.


Artigos Relacionados

 
 Share on Facebook Share on Twitter Share on Reddit Share on LinkedIn

2 Respostas

  1. Percebemos que as empresas acabam contratando um deficiente apenas para “cumprir” a lei, enquanto o que deveria ser feito seria uma contratação por qualificação ALIADA ao cumprimento da lei, devido a isso muitas vezes nem se quer analisam o profissional.

  2. Jenisson monteiro

    con cordo com o siten, eu sou formado em gestao de turismo a quase um ano, entreguei inumeros curriculum, mas nao conseguir nada é notorio que o mercado  de turismo falta profissionais qualificados ainda sim mesmo formado acabo perdendo a vaga para pessoas sem qualificação profossional por esta em uma cadeiras de rodas, mas isso não tira minha capacidade! 

Deixe um Comentário

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

*

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>